Trabalhou na tela de um processo? O Smart conta os minutos sozinho e lança no Timesheet. No fim do mês: "você dedicou 14 horas ao caso X" — a base para cobrar por hora sem o suplício da planilha.
Todo escritório já tentou controlar horas. Todo escritório desistiu na segunda semana. O problema nunca foi a disciplina; foi o atrito:
Nenhum cronômetro para ligar, nenhum formulário no fim do dia. Abriu a tela do processo para trabalhar? Está contando.
A cada 60 segundos com a tela ativa, o navegador registra 1 minuto no caso. Silencioso, leve, invisível.
Trocou de aba, minimizou, foi almoçar? A contagem pausa sozinha (detecção de visibilidade). Só tempo real de trabalho conta.
Os pings viram um único registro por usuário + processo + dia, marcado como [automático] — organizado, não uma avalanche de linhas.
Os registros automáticos entram na mesma tela dos lançamentos manuais: por processo, por dia, por usuário — com a marca [automático] para distinguir.
Fez 2h de audiência fora do sistema? Lance manualmente como sempre. Automático e manual somam no mesmo relatório.
Cada registro herda o cliente do processo: no fim do mês, as horas por cliente saem prontas.
Registros automáticos nascem marcados como faturáveis — ajuste os que não forem.
"Foram 14h22 dedicadas ao seu caso este mês" — dito com relatório na mão. A conversa sobre honorários muda de nível.
Cruze horas dedicadas com honorários contratados e descubra qual cliente dá lucro e qual consome a equipe.
Quem está sobrecarregado de verdade? Os minutos automáticos contam a história sem depender de autorrelato.
Registro objetivo e datado de dedicação ao caso — útil até em discussões sobre a prestação do serviço.
Quem não mede o tempo, doa o tempo. O Smart mede por você — sem pedir nada em troca.
Testar grátis por 48h