O financeiro do advogado não cabe em aplicativo de banco: honorário de êxito que depende do processo, parcela combinada por WhatsApp, mensalidade de carteira. Ou o sistema jurídico entende essas regras, ou a planilha paralela volta — e com ela os furos.
Fixo por ato, parcelado, recorrente mensal e êxito no final: as quatro convivem na mesma banca e precisam do mesmo painel. Some as despesas do escritório e as custas por processo, e o financeiro vira o segundo cérebro da operação — o que responde "posso contratar?" e "quem me deve?".
Contas a receber com parcelas, despesas com recorrência, lançamentos ligados a cliente e processo, e o painel que mostra o mês de relance. A régua de cobrança lembra os atrasados sozinha, e os relatórios saem em Excel e PDF para o contador. Sem exportar para planilha — a planilha é que se aposenta.
Como controlar honorários de êxito no sistema?
Cadastre o combinado ligado ao processo; quando o êxito se confirmar, o lançamento vira conta a receber com as parcelas acordadas.
O sistema financeiro jurídico substitui o contador?
Não — alimenta o contador: relatórios organizados por período saem em um clique, e a contabilidade agradece.
Dá para ver a inadimplência do escritório?
Sim: o painel separa o vencido do a vencer, e a régua de cobrança trabalha nos atrasados automaticamente.
Despesas do escritório entram no mesmo sistema?
Entram, inclusive recorrentes (aluguel, assinaturas), fechando o retrato completo do caixa.