Prazo perdido é a falha que mais custa na advocacia — dinheiro, cliente e reputação. O controle seguro tem três camadas: capturar a publicação sozinho, transformar em prazo e avisar antes. Nenhuma delas pode depender só da sua memória.
Tudo começa no Diário de Justiça Eletrônico Nacional. Um sistema jurídico sério monitora o DJEN pelas OABs cadastradas do escritório e traz cada publicação para dentro, todos os dias, sem você abrir site de tribunal. No AdvSmart, o módulo de Publicações faz isso automaticamente, sem limite de OABs — inclusive com o histórico importado quando você cadastra uma OAB nova.
Publicação capturada precisa virar compromisso. A análise por IA do AdvSmart lê a intimação, sugere o prazo e a descrição, e o formulário da agenda já nasce preenchido — você só confere e confirma. Cada publicação mostra a contagem de dias restantes na própria lista, para ninguém precisar calcular de cabeça.
A terceira camada é a redundância: alertas em D-5, D-2, na véspera e no dia — e um aviso especial quando a IA identificou um prazo que ninguém agendou. É o cinto e o airbag: mesmo num dia caótico, o sistema puxa você de volta antes do vencimento.
Como funciona um sistema jurídico para organização de prazos?
Ele captura as publicações do Diário pelas suas OABs, sugere o prazo correspondente na agenda e dispara avisos escalonados até o vencimento — substituindo a conferência manual diária.
O que é o DJEN?
É o Diário de Justiça Eletrônico Nacional, do CNJ, que centraliza as publicações dos tribunais. É nele que o AdvSmart busca as intimações das OABs do seu escritório.
O sistema avisa prazo por e-mail?
No AdvSmart, sim: avisos em D-5, D-2, véspera e dia, além de alerta específico para prazo detectado pela IA que ainda não foi agendado.
Posso monitorar mais de uma OAB no mesmo escritório?
No AdvSmart, sim — sem limite de OABs, cada uma com importação do histórico de publicações.
Controle de prazos em planilha é seguro?
Não como método principal: a planilha não lê o Diário nem avisa sozinha. Ela pode ser cópia de segurança, nunca a primeira linha de defesa.